quinta-feira, 24 de outubro de 2013

CULINÁRIA

Os chineses utilizam muitos ingredientes, molhos (shoyu é o mais conhecido) e temperos em sua culinária. Arroz, peixe, carnes vermelhas, broto de bambú e legumes são utilizados em diversos pratos. Uma espécie de biscoito, fino e crocante, o rolinho primavera, é um dos alimentos chineses mais conhecidos no Ocidente. Um alimento consumido na China, e considerado exótico no Ocidente, é a carne de cachorro. Outros alimentos consumidos pelos chineses, e não muito comuns no ocidente, são: carne de cobra, escorpião, besouros e cavalo-marinho.

RELIGIÃO

Na China existe uma grande diversidade religiosa. As principais religiões são: Confucionismo e Taoísmo (consideradas também como filosofias de vida), Budismo, Islamismo e Cristianismo.


ESCRITA E IDIOMA DA CHINA

A escrita chinesa é baseada em ideogramas (desenhos), sendo que eles representam idéias, objetos, sentimentos, etc. O mandarim é o dialeto mais falado na China, porém, existem outros como, por exemplo, wu, cantonês, dialetos min, jin, xiang, kejia, gan, entre outros.


HÁBITOS DA CHINA

HÁBITOS




- A maioria dos pratos na culinária chinesa é servido em pedaços em tamanhos próprios para serem comidos ser cortar. Tradicionalmente, a cultura chinesa considera o uso de facas e grafos à mesa como uma coisa bárbara, uma vez que esses são vistos como armas. Também não é considerado cortês fazer que o convidado tenha trabalho de cortar sua própria comida.
- O arroto é um símbolo de gratidão ao chefe de cozinha. Arrotar após a refeição significa que a pessoa gostou da comida.
- Limpar o prato durante o jantar não é bem visto na China. A pessoa que oferece a refeição pode ser vista como rude, caso não mantenha o prato do convidado cheio. O ideal é deixar sempre um pouco de comida de cada prato servido.
- Nunca amasse, dobre ou faça pouco de um cartão de visitas nos países asiáticos. Na cultua local, o cartão é uma extensão da pessoa e deve ser cuidado com atenção.
- Se estiver viajando na Ásia, evite encostar em outra pessoa com o seu pé, parte considerada como a mais "baixa" do corpo. Se por acidente isto acontecer, desculpe-se encostando no braço da pessoa com sua mão e tocando sua própria cabeça. Não ponha seus pés nas cadeiras, nem sente maneira que mostre a sola de seus pés, pois pode ser considerado ofensivo.
- Também na Ásia, não encoste na cabeça das pessoas nem as despenteie. A cabeça é não apenas a parte mais alta do corpo, mas também do espírito. Não sente em travesseiros, feitos apenas para descansar a cabeça.
– O trânsito maluco. As motos elétricas andam na calçada botando medo em turistas. As bicicletas andam na contra mão e podem carregar qualquer coisa além da pessoa. Os carros avançam o sinal e metem a mão na buzina quando algum pedestre atravessa no verde. O pedestre se arrisca, não tem como se defender, pede proteção e vai e a buzina é a música de fundo de Shanghai.
– Eles fumam muito e ainda soltam catarros na rua.
– eles param para descansar agachados na estação do metrô, na rua.
– muitos banheiros (em cidades e em lugares mais tradicionais, pequenos shoppings) são do tipo córrego correndo água ou com o vaso sanitário no chão, de fazer agachadinho.
– as mulheres adoram brilhos e pelos nas roupas e sapatos.
– os homens mais fashions usam bolsas de mulher
– eles ainda olham muito para estrangeiros e pedem para bater foto.
– a maioria dos carros ainda são do modelo Santana.
– tomam água quente e comem iogurte junto com o almoço.
– em praticamente nenhum banheiro ou restaurante do dia a dia você vai encontrar papel higiênico ou guardanapo, todo mundo leva o seu na bolsa.
– todo mundo leva a sua garrafinha de chá para onde vai.

– não enxugam a louça e comumente você recebe o prato molhado ou até a mesa.
– pagam tudo com dinheiro. É comum você ver eles descarregando uma bolsinha cheia de dinheiro no mercado. Essa coisa de crédito praticamente não existe. 












CULTURA CHINA

- As leis chinesas são extremamente rigorosas e a pena de morte é aplicada para diversos tipos de crime.
- Na China os idosos são muito valorizados em função das experiências de vida e cultura que carregam. Por isso, cerca de 30% das famílias chinesas possuem um dos avós morando junto.
- O trânsito de bicicletas pode ser considerado um símbolo na China e muitas vezes podemos encontrar fotos de chineses levando cargas extraordinárias em suas bicicletas. Mas elas estão perdendo espaço. As pistas para bicicletas eram mais largas, mas hoje em dia, os carros estão invadindo estes espaços. A fabricação de bicicletas e as vendas diminuíram, mas ainda assim, continua sendo parte da cultura chinesa.
-Os chineses têm costumes muito peculiares: ao cumprimentar-se, não está bem visto beijar-se nem abraçar-se, pois não exprimem os seus sentimentos em público.
- Em relação ao folclore, no norte da China o canto e a dança é uma arte tradicional da comunidade étnica coreana, e é praticado por jovens, crianças e anciãos.
-Outra das aficções é a atividade esportiva; no Ano Novo e outras festas celebram-se competições de columpio, trampolím e luta.

-Na Pradeira de Erdos, situada na zona oeste da Região Autônoma de Mongólia Interior, os pastores mongóis, gente franca e hospitaleira, oferecem aos visitantes, entonando uma canção folclórica, um cinto de seda branca e uma taça de licor.

CULTURA DA CHINA

A maioria dos valores sociais na cultura e hábitos chineses derivam do Confucionismo e Taoísmo. A questão sobre quem tem mais influência nos valores cultura chinesa -- confucionismo ou taoísmo -- é sempre debatido. Além desses, o budismo e neo-confucionismo também exerceram influência nos valores e hábitos chineses.

Uma grande parte da cultura chinesa é baseada na noção de que o mundo espiritual existe. Vários métodos divinos têm ajudado a responder perguntas e até servido como alternativa à medicina. Folclores e mitologia têm ajudado a preencher o espaço para coisas que não podem ser explicadas. Na cultura chinesa freqüentemente há uma linha tênue entre mitos, religião e fenômenos não explicados. Muitas da histórias mitológicas e religiosas desenvolveram em feriados tradicionais chineses. Junto com a crença no sagrado, há também no mal. Práticas como o exorcismo taoísta é um dos conceitos passados por gerações. Alguns rituais de previsão de sorte ainda são usados hoje em dia, como o hábito dos biscoitos da sorte chineses, depois de centenas de anos de refinamento.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

História da Administração (parte 13)

Características da Burocracia:

·         É uma organização ligada por normas e regulamentos;
·         Formalidade nas comunicações: são registradas por escrito;
·         Divisão racional do trabalho;
·         Impessoalidade: relação a nível de cargo e não de pessoas;
·         Hierarquia: os cargos inferiores estão sujeitos à supervisão dos cargos superiores;
·         Rotina: o funcionário faz desenvolve somente a função pré-determinada a ele, não tem autonomia;
·         Meritocracia: onde a escolha ou promoção dos funcionários é baseada na competência técnica;
·         Profissionalização
·         Previsibilidade de ações através de normas.
·         Disfunções da Burocracia:
·         Adaptação interna das regras: as normas passam de meios para fins fazendo com que os funcionários esqueçam que a previsibilidade é uma das características mais racionas de qualquer atividade;
·         Excesso de formalismo e papelada;
·         Resistência a mudanças;
·         Despersonalização: os funcionários se conhecem pelos cargos que ocupam;
·         Hierarquia como base no processo decisorial: o que possui o cargo mais alto tomará as decisões independentemente do conhecimento que possui sobre o assunto;
·         Super conformidade às rotinas;
·         Dificuldade com clientes: os funcionários estão voltados para o interios da organização;
·         A burocracia não leva em conta a organização informal e nem a variabilidade humana.
Baseado no texto Teoria da Burocracia, de Vânio Coelho, encontrado no site www.geocities.com
Análise teórica
·         a ação racional com relação a um objetivo é determinada por expectativas no comportamento tanto de objetos do mundo exterior como de outros homens e utiliza essas expectativas como condições ou meios para alcance de fins próprios racionalmente avaliados e perseguidos. É uma ação concreta que tem um fim especifico, por exemplo: o engenheiro que constrói uma ponte;
·         a ação racional com relação a um valor é aquela definida pela crença consciente no valor - interpretável como ético, estético, religioso ou qualquer outra forma - absoluto de uma determinada conduta. O ator age racionalmente aceitando todos os riscos, não para obter um resultado exterior, mas para permanecer fiel a sua honra, qual seja, à sua crença consciente no valor, por exemplo, um capitão que afunda com o seu navio;
·         a ação afetiva é aquela ditada pelo estado de consciência ou humor do sujeito, é definida por uma reação emocional do ator em determinadas circunstâncias e não em relação a um objetivo ou a um sistema de valor, por exemplo, a mãe quando bate em seu filho por se comportar mal;
a ação tradicional é aquela ditada pelos hábitos, costumes, crenças transformadas numa segunda natureza, para agir conforme a tradição o ator não precisa conceber um objeto, ou um valor nem ser impelido por uma emoção, obedece a reflexos adquiridos pela prática. Há outra linha de raciocínio que alega que o pensamento de Max Weber sobre a burocracia não advém de qualquer preocupação prática sua com a condução das empresas, ou com a apresentação de normas e princípios científicos que viessem a auxiliar os administradores em suas contendas diárias. Max Weber era sociólogo, e sua preocupação era com o sentido das organizações na sociedade moderna, bem como as organizações como espaço de observação da modernidade e da racionalização. Ou seja, o interesse de Weber pelas organizações deriva de seu interesse maior em compreender o processo de modernização e racionalização na sociedade, o que atribui ao seu trabalho um caráter bem diferente da maioria dos teóricos da administração.